Financiar apartamento

Como financiar apartamento e sair do aluguel?

Rafael Alves

Financiar apartamento é uma das escolhas mais frequentes entre aqueles que resolvem realizar o sonho da casa própria. O financiamento normalmente é feito por instituições financeiras, que ajudam a conectar compradores e vendedores em negociações seguras.

Se você está prestes a entrar nesse tipo de negociação, fique atento. Financiar apartamento, casa ou qualquer outro tipo de imóvel pode não ser tão simples quanto parece. Continue lendo nosso artigo para saber como sair do aluguel e adquirir sua casa própria do melhor jeito possível.

Leia também: Análise de crédito: saiba o que é levado em conta!

Financiar apartamento – como funciona?

Financiamentos são operações financeiras. De um lado existe uma instituição financeira que é a financiadora, do outro lado está o financiado, que é quem contrata essa operação.

Existe também uma terceira parte, que é o proprietário do bem financiado. Pode ser uma pessoa física ou até mesmo uma construtora. Mas a verdade é que não importa quem está vendendo, pois isso não afeta o financiamento.

O financiamento acontece, então, quando uma instituição financeira “empresta” dinheiro para alguém realizar uma compra. Essa compra costuma ser de um valor relativamente alto, afinal, é por isso que os financiamentos existem.

Diferença para o empréstimo

Muita gente não entende a diferença entre um financiamento e um empréstimo. Dependendo da instituição financeira, pode ser difícil identificar uma diferença nas condições. Muitas vezes os juros e os prazos são bem semelhantes.

Mas para que não fique dúvida: a diferença é a relação com o objeto da compra.

Ou seja, se você faz um empréstimo, pode gastar o valor emprestado como bem entender. Já se você resolve fazer um financiamento imobiliário, precisa usar todo o valor para a compra de um imóvel.

Documentação para financiar apartamento

Alguns documentos são necessários em todos os tipos de financiamento. Então, anote aí quais são os documentos que você precisa obrigatoriamente apresentar para esse tipo de contrato:

  • CPF;
  • RG;
  • Comprovante de residência atual;
  • Certidão de nascimento;
  • Certidão de casamento (se for o caso).

Além desses documentos básicos, é possível que a instituição financeira solicite mais alguns.

Se você trabalha com carteira assinada, por exemplo, precisa apresentar a carteira de trabalho e também a declaração do imposto de renda.

Já se você trabalho como autônomo, precisa apresentar a certidão conjunta de quitação de débitos relativos a tributos federais.

E independente da condição trabalhista, se você pretende usar o FGTS para pagar parte do financiamento, também precisa apresentar o extrato do FGTS emitido pela Caixa.

Condições de financiamento

Se você quer saber com certeza sobre sua condição de financiamento, só tem um jeito: simulação.

As simulações podem ser feitas em qualquer instituição financeira que realize financiamentos. Basta ter em mãos todos os seus dados financeiros.

Mas se você quiser ter uma ideia aproximada, o cálculo não é difícil.

A entrada costuma ser de aproximadamente metade do valor. É possível, entretanto, encontrar instituições financeiras que aceitem uma entrada menor.

Também não é difícil ter uma noção a respeito do valor da parcela. Ele costuma ser bem próximo de 30% do valor do salário de quem está contratando. Se for um casal, por exemplo, é possível negociar um financiamento conjunto e aumentar o valor da parcela, já que nesse caso seria considerado 30% dos dois salários juntos.

Financiar apartamento: como melhorar a parcela

Alguns fatores podem influenciar no valor da parcela. Vamos tentar resumir três deles para você entender e tentar se beneficiar.

Seguro

Contratar um seguro é algo que pouquíssima gente lembra, mas que pode influenciar na parcela.

Algumas instituições financeiras podem exigir cuidados extras quando se trata de seguros. Mas o que normalmente se faz é o MIP, seguro para morte ou invalidez permanente. Estar com esse seguro em dia garante que o imóvel será quitado até mesmo em caso de falecimento do contratante.

Existe também outro seguro chamado de DFI, de danos físicos do imóvel. Ele garante uma indenização em diversos casos de problemas com o imóvel que está sendo negociado.

Juros

Diferentemente dos seguros, os juros são sempre lembrados. Afinal, são os juros que determinam quanto você vai pagar a mais do que o imóvel vale, ou seja, qual a parte do seu pagamento vai para o lucro da instituição financeira, e não para agregar na sua compra.

Apesar de ninguém gostar dos juros, eles estão sempre presentes. Então precisamos aprender a lidar com esse fator da melhor maneira possível.

Apesar da economia brasileira ter a Selic, que é uma taxa de juros básica, ela serve apenas de referência. Outros fatores podem influenciar a composição dos valores de cada instituição financeira. Ou seja, você precisa pesquisar os juros em cada instituição financeira onde for pesquisar.

Amortização

A amortização é o valor que é reduzido da sua dívida quando você faz um pagamento. Simples assim. Isso significa que todo mês, ao pagar suas parcelas, você está amortizando a sua dívida.

Outro caso seria se, por exemplo, você vendesse algum bem ou resgatasse um investimento para antecipar parte do pagamento. Isso também seria uma forma de amortizar a sua dívida.

O lado bom desse tipo de movimentação é que, ao antecipar valores, você se livra de parte dos juros referente aquele valor.

Leia também: Como investir em criptomoedas? Saiba todos os detalhes!

Entendeu como financiar apartamento?

Esperamos que você tenha conseguido entender como realizar o sonho da casa própria. Financiar apartamento nem sempre é uma tarefa fácil, mas no longo prazo pode valer a pena. Se você conhece alguém interessado em adquirir um imóvel ou fazer algum tipo de financiamento, compartilhe esse artigo.

E para seguir se informando sobre finanças, continue acompanhando o Meu Cartão de Crédito.

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